quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Um som diferente

Carta 04, 21 de julho de 2016,

[Você pode ler este texto ao som de Sorri, sou rei]

Cada aluno levou um instrumento, latas com grãos, chaves, qualquer objeto que fizesse barulho. Em roda, usamos os objetos para fazer ritmos, tornando o ambiente leve, descontraído e relaxado.

 

Imagens: Google

A cabaça, esse maior com miçangas, foi um dos que mais me impressionaram, isso porque nunca tinha visto esse instrumento. Teve também esse menorzinho, não me recordo o nome, mas sei que deu trabalho pra galera aprender a usá-lo. E antes que eu pareça louca de colocar um recipiente e não outro instrumento, essa vasilha também serviu para fazer som. Dentro dela tinha um punhado de arroz e quando sacudia fazia um barulho que podia ser ritimado. Assim como essa vasilha que já citei, a galera improvisou pra fazer um ruído, levando diversos tipos de material que geram melodia.

Além disso, em grupo refizemos o exercício da aula anterior de ouvir um som e falar sobre ele, só que dessa vez em ambientes da universidade. A partir disso, cada grupo mostrou suas impressões a partir daquela dinâmica, levando a alguns resultados semelhantes e outros diferentes ao fazer a atividade individualmente.

Para o nosso grupo, após gravar o som, ouvimos outros barulhos que anteriormente apenas nossos ouvidos não ouviram. Também a capacidade de abstrair sons em grupo é maior, visto que a concentração se perde em dados momentos devido a interação com os indivíduos. Contudo, é um dispositivo que além de aguçar a audição, promove o trabalho em equipe e as relações em grupo.

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