Carta 07, 01 de agosto de 2016,
As
apresentações sobre o livro de Paulo Freire continuam. A discussão sobre
“Escola sem partido” se acentua, tornando-se presente em todas as
apresentações. Isso porque para muitos é impossível, ou inviável, uma escola
que permita que se escolha o que se quer aprender.
Particularmente,
acredito que é mais uma forma de tornar os indivíduos ainda mais alienados,
além de ainda menos críticos. No Brasil, o incentivo a argumentação e ao
desenvolvimento do senso crítico é muito depreciado, as pessoas crescem com
grandes dificuldades em argumentar.
Além
disso, também foi discutido sobre as responsabilidades do professor, que acarreta,
por vezes, a função de professor, psicólogo, médico, entre outras. Acredito
haver uma sobrecarga do profissional da educação, não por obrigação, mas pela
necessidade de ajudar seus alunos que muitas vezes precisam de um auxílio além
das funções do professor. Contudo, isso compromete a atividade principal do
mesmo, que é ensinar, pois demanda tempo e atenção. O professor somente deveria
somente ser capaz de perceber os sinais de problema e encaminhar o aluno para
um profissional mais capacitado em resolver o problema.
Acredito
que deveria haver uma ação conjunta entre escola e família. Além disso, deveria
existir um auxílio de profissionais de outras áreas, tal como psicólogos, nas
escolas, para amparar os alunos, para que o professor possa exercer sua
profissão de forma plena.
Imagem: Google


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