Carta 08, 15 de agosto de 2016,
Nessa
aula, finalizamos as discussões sobre a obra “Pedagogia da Autonomia”. Muito se
discutiu nesse período sobre o papel do professor na classe. No último
capítulo, se falou sobre decisões. Para Freire, é impossível ser neutro
enquanto educador. O professor, ainda que não deseje, não é imparcial ao expor um fato ou notícia para seus alunos. A imparcialidade não é possível, segundo o autor.
Além
disso, em grupo, fizemos um trabalho sobre como o método de Paulo Freire se
insere na nossa universidade, se está funcionando ou não. Meu grupo optou por
dizer que está funcionando parcialmente, uma vez que muitos indivíduos vêm de
um método tradicional em que o aluno não está acostumado a ter autonomia.
Imagem: Google
Não obstante, o aluno não possui um tempo de adaptação ao método, não existe um momento de transição, o que dificulta ainda mais a relação com essa nova forma de aprender. Contudo, se trata de uma dinâmica muito boa, uma vez que o indivíduo passa a ter mais domínio e autonomia nas suas decisões e na vida acadêmica.


Nenhum comentário:
Postar um comentário